Entrevista do Prof.Norberto Rech ao DC de 03/04/2012

3/abril/2012

Abaixo transcrevo entrevista concedida pelo Porf. Norberto Rech ao DC de hoje:

“ Em entrevista, Norberto Rech, professor da UFSC, nega proximidade com bicheiro Carlinhos Cachoeira.

Ele teria sido citado em conversas entre o bicheiro preso e o senador Demóstenes Torres.

Imagem: Kelly Matos

kelly.matos@gruporbs.com.br

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Professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) desde 1985, o catarinense Norberto Rech diz ter sido surpreendido ao ver seu nome citado em uma conversa telefônica entre o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) e o bicheiro Carlinhos Cachoeira.
Em um dos diálogos gravados pela Polícia Federal (PF), com autorização do Poder Judiciário, Cachoeira pede ajuda ao senador demista para resolver alguns problemas na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e se refere ao “negócio daquele rapaz do Enio que trabalha na Anvisa,o tal do Rech”.
O professor garante que não conhece Cachoeira – que está preso no presídio de segurança máxima de Mossoró, no Rio Grande do Norte – e admite ter recebido Demóstenes para uma reunião em 2011.
Mas ele nega qualquer tipo de favorecimento ao laboratório Vitapan, ligado a Cachoeira. Rech conversou ontem com a reportagem, por telefone. Confira a entrevista.
Diário Catarinense – Qual é a sua relação com Cachoeira?
Norberto Rech – Não tenho absolutamente nenhum contato com Carlinhos Cachoeira. Nunca tive contato com ele, em hipótese nenhuma. Meu nome foi citado naquela conversa à minha revelia.
DC – O senhor conhece o senador Demóstenes Torres?
Rech – A única oportunidade em que estive com o senador Demóstenes foi durante uma audiência solicitada pelo senador na Anvisa em 9 de fevereiro de 2011, para tratar de uma empresa chamada Vitapan, de Goiás. Eu o recebi na Anvisa para uma audiência formal. Estavam presentes além do senador, representantes da Anvisa e da empresa. O atendimento foi de acordo com as regras, registrado em ata, não houve nenhum tipo de irregularidade.
DC – Como foi esse encontro?
Rech –
A empresa buscava informações sobre a renovação de registro de medicamentos, processos que estavam em andamento. Eles pediram dados. Não cedemos a informação naquele momento. Basicamente, nossa conversa girou em torno disso. Não houve nada de anormal. Nem sabia quem era o dono da empresa. Fiquei sabendo pela imprensa, no sábado, que teria ligação com o Cachoeira.
DC – Vocês trataram sobre a instalação de um laboratório da empresa em Santa Catarina?
Rech –
Os diretores mencionaram que a empresa tinha interesse em instalar uma planta em Santa Catarina. Para nós, não havia nada de anormal. A Anvisa tem buscado apoiar iniciativas de expansão, se o projeto for interessante, se contribuir para o desenvolvimento nacional cabe à Anvisa auxiliar no processo de discussão e na estratégia de implantação, sob o ponto de vista regulatório e sanitário. É uma interação positiva ao desenvolvimento do país. Mas sempre resguardada a responsabilidade formal da Anvisa.
DC – Houve algum tipo de favorecimento para esta empresa?
Rech –
Nunca. Eu não estava tratando com a empresa do “fulano”. Da nossa parte, não havia problema. Daí a imaginar que essa fábrica atenderia a meus interesses particulares é um absurdo.
DC – Você conhece Ênio Branco?
Rech –
Eu conheço o doutor Ênio Branco (secretário de Comunicação de Santa Catarina), mas não mantenho qualquer relação com ele. Conheço-o como participante da estrutura do governo do Estado, mas não trabalhamos juntos. Nunca tratei absolutamente nada sobre esses assuntos com ele.
DC – O seu cargo na Anvisa é fruto de indicação política?
Rech –
Eu sou professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) desde 1985, mas fui cedido para o governo em 2003. Neste ano, fui para o Ministério da Saúde, em Brasília, onde permaneci até 2005, quando fui para a Anvisa. A indicação foi do ex-ministro Humberto Costa (gestão 2003/2005), não teve vinculação com o PC do B, partido ao qual sou filiado.

Para ler a matéria na fonte, clique aqui !

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Factóide tenta envolver Enio Andrade Branco e Norberto Rech com Demóstenes e Cachoeira !

2/abril/2012

Factóide pinça simples citação do nome do Professor Norberto Rech pelo bicheiro Carlinhos Cachoeira como “rapaz do Enio que trabalha na Anvisa” para tentar envolvê-los com supostos atos ilícitos.

Quem conhece a reputação ilibada do Professor Norberto Rech, militante do PCdoB sabe que ele jamais seria o “rapaz do Enio que trabalha na Anvisa”, que à época era filiado ao DEM.

Leiam abaixo a defesa veemente publicada no site da ANVISA.

Para ler na fonte clique aqui.

“A Anvisa e sua relação com o Parlamento

2 de abril de 2012

Edições de revistas semanais veicularam no final de semana trechos de diálogos que, segundo estas, foram gravados em escutas telefônicas autorizadas pela justiça em investigação da Polícia Federal sobre as relações do empresário Carlos Augusto Ramos com o Senador Desmótenes Torres (DEM/GO).

Em algumas das matérias existem menções a ações do referido Senador junto à ANVISA. Sinto-me no dever de me manifestar sobre esse fato para afastar qualquer dúvida que possa pairar sobre o tipo de relação mantida entre a agência e as empresas reguladas, independentemente da interveniência de membros do Poder Legislativo ou outras autoridades alheias ao ambiente da regulação e vigilância sanitária.

Todas as áreas técnicas da ANVISA têm o dever de atender empresas reguladas. Sem qualquer comprometimento do rigor técnico e da cronologia da análise dos processos, esse tipo de atendimento visa amparar e orientar acerca dos procedimentos da agência e torna o setor produtivo mais preparado para lidar com a regulação sanitária.

Todos os Gerentes Gerais e técnicos estão orientados a prestar tal atendimento, observando normas específicas para o agendamento e registro das audiências. Todos os atendimentos são feitos com a presença de pelo menos dois membros da ANVISA e são devidamente detalhados em ata e/ou em gravação. No caso dos diretores, as audiências são indicadas nas agendas que são públicas, nos termos da Portaria nº 122/GADIP/ANVISA, de 04 de fevereiro de 2011.

Em uma dessas gravações é citado o nome do Prof. Norberto Rech, assessor especial da Presidência da ANVISA e Gerente Geral de Medicamentos. A audiência realizada com a Gerência Geral de Medicamentos, da qual participara o Prof. Norberto Rech, o Senador Demóstenes Torres e representantes de uma empresa, observou rigorosamente todas as normas para esse tipo de procedimento. Houve agendamento prévio com indicação da pauta, sendo que a reunião foi acompanhada por outro servidor da ANVISA e está devidamente registrada em ata.

Norberto Rech goza do respeito e de total confiança de toda a direção da ANVISA. É servidor público federal, Professor da Universidade Federal de Santa Catarina, desde 1985. Trabalha na estrutura do Ministério da Saúde desde janeiro de 2003. Foi o primeiro Diretor do Departamento de Assistência Farmacêutica, Secretário Adjunto da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos e, depois, exerceu a função de assessor especial do Ministro Humberto Costa. Transferiu-se para a ANVISA para ser Diretor Adjunto da Presidência, no período de junho de 2005 a setembro de 2009, quando assumiu a função de assessor especial da Presidência da ANVISA, passando a acumular a função de  Gerente Geral de Medicamentos no início de 2011.

A conduta do Prof. Norberto Rech está, inclusive, de acordo com orientação da Presidência da ANVISA que indica que a Gerência Geral de Medicamentos deve sugerir rotineiramente às empresas a realização de planejamento das suas demandas regulatórias anuais. A Gerência Geral deve colocar a área à disposição para apoiar no planejamento, quando houver dificuldades por parte do ente regulado.

Esse tipo de ação diminui muito o número de exigências e de indeferimentos de requerimentos por falha na elaboração dos documentos ou falta do devido planejamento por parte das empresas. É interesse da agência que elas sejam mais eficientes no cumprimento das obrigações regulatório-sanitárias, o que reduz os tempos de análise dos processos pela ANVISA.

Essa sugestão é feita a qualquer empresa. No entanto, na suposta conversa reproduzida pela revista, observa-se que o parlamentar relata ser uma vantagem obtida a partir de sua influência, o que, além de se tratar de inverdade, denota desrespeito aos servidores que prestaram o atendimento. Ao Senador caberá explicar qualquer intenção que seja incompatível com exercício do seu mandato parlamentar, envolvendo ou não a ANVISA.

A ANVISA mantém uma relação institucional com o Parlamento. De um lado, acompanha diariamente mais de 400 proposições legislativas que tramitam no Congresso Nacional e que impactam direta ou indiretamente nas atividades da agência. De outro lado, há um intenso interesse de parlamentares pelos temas tratados pela ANVISA. Apenas no ano de 2011, foram solicitadas mais de 200 audiências por deputados e senadores, tendo sido de fato realizadas 140. Destas, cerca de 100 trataram sobre processos de empresas reguladas.

O levantamento de informações e eventuais orientações a empresas são tratados de forma estritamente técnica pela ANVISA, pressupondo como legítimo o interesse de parlamentares na sua obtenção por meio de requerimento ou no acompanhamento de audiências. Torna-se deplorável, no entanto, a utilização dessa via institucional como caminho para o benefício privado ou interesses que necessitam ser investigados em processos policiais.

Nessas situações, me sinto no dever de preservar os servidores públicos que, no cumprimento do seu dever institucional, se relacionam eticamente com parlamentares e empresas e que acabem por ficarem expostos a interesses e comportamentos não revelados publicamente.

Os diretores, gerentes ou membros do corpo técnico que prestaram atendimento ao Senador Demóstenes Torres e acabaram citados de forma desrespeitosa e irresponsável por agentes que estão sob investigação da Polícia Federal por suspeita de crimes das mais diferentes naturezas, devem estar tranquilos, pois agiram no cumprimento do seu dever,  sobre as bases éticas que devem permear as relações dos órgãos da administração pública com o parlamento.

A ANVISA manterá firme seu propósito de se relacionar de forma transparente e rigorosa com todos os entes dos setores produtivos regulados, como meio de elevar a eficiência dos modelos de regulação e vigilância sanitária. Continuará  aprimorando os mecanismos de controle social, como as reuniões públicas da diretoria colegiada, a divulgação das agendas dos diretores e das reuniões técnicas com empresas. Estará à disposição dos órgãos de controle ou de investigação de crimes para apoiar na apuração de qualquer ilícito que fragilize as estruturas do Estado brasileiro.

Dirceu Barbano
Diretor Presidente da Anvisa


ACREDITAR EM BIGUAÇU, É PRECISO!

24/fevereiro/2012

Recebi por e-mail o texto a seguir, do Sr. Orival Prazeres, que repasso a todos !

ACREDITAR EM BIGUAÇU, É PRECISO!

Ainda nos primeiros meses do Governo Castelo, em 2009, algumas vozes de eleitores comuns da cidade (em grande parte, pessoas não identificadas com os partidos no governo) já faziam coro aos saudosistas do governo Tuta em sua ânsia de retornar à Prefeitura nas próximas eleições.

O homem mal iniciara sua administração, ainda sem poder demonstrar a que viera, e já começavam as maledicências, os “agouros”, as desconfianças, o “fogo amigo” e a cizânia.

Apressavam-se em comparativos, de um e de outro governo, quando este apenas iniciava o mandato, enquanto o outro lá estivera por longos oito anos, após outros tantos mandatos como vereador. As discussões não eram dirigidas ao projeto central do governo Castelo – o desenvolvimento econômico sustentável de Biguaçu, a geração de trabalho e renda, o rompimento com o atraso social e a melhoria da qualidade de vida e autoestima da população.

À maioria dessas vozes não interessava o que Castelo pretendia para melhorar a cidade. Não, somente a crítica sem causa e sem propósito construtivo, evidenciando em grande parte o velho ranço político do partidarismo clientelista e do compadrio ou o simples sentimento de antipatia.

Eram incapazes de perceber o caráter de mudança de métodos do novo governo e, principalmente, o cenário de caos administrativo da Prefeitura dominada há anos pela improvisação e o empreguismo.

Não reconheciam o empenho e a seriedade do Governo Castelo em relação aos seus compromissos com a saúde pública – a construção do Hospital Regional de Biguaçu, o grande sonho da população, prestes a realizar-se.

Até mesmo quando das notícias alvissareiras sobre o projeto de instalação do estaleiro da EBX/OSX em Tijuquinhas, do megaempresário Eike Batista, ainda assim persistiam os maus augúrios e comentários desairosos às ações e propósitos do novo governo municipal.

A frustração que se abateu sobre o Governo Castelo e a maioria da população com a mudança de rumos da EBX/OSX, transferindo o megaprojeto para o Rio de Janeiro, foi silenciosamente saudada por muitos desses arautos da velha política.

Agora, ainda, com o início das obras de macrodrenagem na cidade, muitas dessas mesmas vozes continuam a semear a cizânia, a maledicência, sem o menor pudor e responsabilidade, cegos às evidências de um mandato marcado pela probidade e competência, seriedade e respeito à cidadania e ao cidadão biguaçuense.

Com a presença do empresário Castelo como gestor público, Biguaçu passou a ser credor e merecedor do respeito das autoridades governamentais e empresariais do Estado, em especial na Grande Florianópolis.

À audácia e altivez de Castelo no governo, os biguaçuenses devem o resgate do bom nome da cidade e de seu povo, o revigoramento de sua autoestima, fortemente abalada em administração recente, pela omissão, inércia, inaptidão, escândalos e “malfeitos”, levando Biguaçu a ocupar as páginas policiais, de triste memória!

Um tempo que certamente não deixou saudades, tantos os descaminhos e degradação da atividade pública.

Estamos agora na etapa final de um governo bem sucedido, que foi responsável e capaz de conceber e implantar os projetos estruturantes indispensáveis ao desenvolvimento sustentável da cidade e do município.

Aí estão os resultados das mudanças de rumos imprimidas pelo Governo Castelo, com a efetividade das medidas compensatórias aos impactos ambientais do lixo depositado no Aterro Sanitário, a reestruturação do atendimento à saúde pública no município, com a inauguração da Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24 horas) e o término da sonhada obra do Hospital Regional, e o início das obras do complexo projeto da macrodrenagem.

Por isso, é dever dos biguaçuenses, de boa fé, continuar acreditando em Biguaçu.  Agora é hora de comparar caráter, personalidade, postura, dignidade, conduta, competência. Comparem, inclusive no tocante à moralidade administrativa.

O Governo Castelo conseguiu restabelecer o império da decência, da competência e da dignidade da função pública.  Biguaçu agora tem rumo. É preciso continuar acreditando em Biguaçu. Com Castelo.

Burrice mesmo seria voltar ao passado!!!

Orival  Prazeres,

Da Academia de Letras de Biguaçu

Funcionário Público aposentado

Biguaçu, 18/02/2012


Blocos de Sujos em Floripa

19/fevereiro/2012

Por mais que se tente e invente, o povo faz o que gosta e onde gosta.

Nas fotos abaixo o sábado de carnaval de Floripa (18/02/2012). Nas primeiras fotos o novo espaço cheio de barracas, som e muitas cercas criados pela Prefeitura de Floripa.

Nas seguintes, o entorno da Praça Quinze, sem estrutura mas com a explosão de alegria do povo e o competente trabalho da Polícia Militar.

No início da tarde com o trânsito liberado para veículos no entorno da Praça Quinze e a medida que os foliões tomavam os espaços a PM interditava as vias aos veículos, privilegiando a vontade popular – sem alarde, sem truculência. Com competência e bom senso !

A folia se espalhou por todo entorno da Praça XV e até pela Tenente Silveira chegando à Biblioteca Pública.

Vamos às fotos:


A Macrodrenagem e a “Ordem de Serviço”

16/janeiro/2012

Na sexta-feira 13/01/2012, foi com tristeza que li a nota a seguir publicada no Jornal Biguaçu em Foco, de autoria da Sra. Fátima Regina Alves:

“Acho que não vai sair nunca, ele só promete e não cumpre. Depois de eu botar minha casa fora, depois de passar por várias enchentes, ele fez isso. Agora moro de aluguel, que eu pago. Ele não é culpado pela enchente, mas sim por não fazer nada. Pra mim agora já não adianta mais. Antigamente eu tentei até falar com ele e não fui atendida. Eu já peguei umas cinco enchentes, e no ano passado aconteceu a enchente que eu tive que abandonar a minha casa”.

Fátima Regina Alves, 50 anos.

Dona Fátima,

Com certeza o seu desabafo sobre promessas não cumpridas não deve ser dirigido ao Prefeito Castelo. Tendo passado por mais de cinco enchentes, sua reclamação refere-se à administração anterior que em oito anos nada fez de relevante com relação a elas.

Quanto ao “não vai sair nunca” os fatos do dia 13/01/2012 a contradizem. As obras já estavam em andamento quando a sua opinião era publicada.

Vamos explicar direitinho o que é a chamada “Ordem de Serviço” assinada pelo Prefeito Castelo no dia 12 próximo passado:

Em dezembro/2008, já prefeito eleito e ainda não empossado, Castelo começou a tratar do problema que lhe aflige (as enchentes), em Brasília, junto ao Ministério das Cidades.

Pois é, Dona Fátima, o Castelo nem esperou ser empossado para ir a Brasília, com recursos do próprio bolso, para começar a tratar do seu (e nosso) problema das enchentes.

Depois de empossado (em 2009), arregaçou as mangas, formou sua equipe e começou a trabalhar duro, principalmente na macrodrenagem.

Foram quase três anos de elaboração de projetos, obtenção de licenças ambientais e outros trâmites burocráticos que resultaram na  liberação da verba de aproximadamente  R$ 35 milhões para a cidade concretizar a sua velha aspiração de ver-se livre das enchentes.

Portanto, Dona Fátima, o que a senhora assistiu foi o ato que autorizava o  início às obras das quais a senhora duvidava e que hoje estão em andamento.

Por falar em macrodrenagem, aí vão duas fotos de hoje no Bairro Vendaval:

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   Rua Marechal Deodoro,

 

 

 

 

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09:00 horas de 16/01/2012


Início da Macrodrenagem em Biguaçu

13/janeiro/2012

Publicado em 12 de janeiro de 2012 por Secom PMB

A noite da última quarta-feira, 11/01/2012, marcou o início de um novo tempo e de uma vida melhor para o povo de Biguaçu. O Prefeito José Castelo Deschamps, acompanhado do Vice-Prefeito, Ramon Wollinger, assinou a ordem de serviço para o início das obras do Sistema de Macrodrenagem no Bairro Jardim Carandaí, um complexo de inúmeras obras e intervenções que pretendem amenizar os riscos de enchentes e inundações na cidade através da construção e ampliação da rede de drenagem das águas da chuva, retificação e canalização de riachos e córregos, ampliação e construção de novas galerias de escoamento.

O Vice-Prefeito Ramon afirmou que todos os envolvidose principalmente a comunidade são responsáveis pela concretização deste projeto. “Agradeço a compreensão e paciência de toda população biguaçuense, principalmente dos moradores do Jardim Carandaí, que tiveram muita paciência até que esse sonho saísse do papel e virasse realidade”.

Já para o Prefeito Castelo, foram três anos de muito trabalho junto ao Ministério das Cidades e à Caixa Econômica Federal. “Eu agradeço a população pela paciência e confiança em nosso trabalho. Peço mais uma vez a colaboração de todos os munícipes e apoio à empresa que realizará a obra, pois ela é de grande impacto e causará alguns transtornos passageiros, mas os benefícios serão para sempre”.

As obras atingirão os bairros Vendaval, Boa Vista, Universitário, Centro, Praia João Rosa, Rio Caveiras, Fundos, Jardim Janaina, Bom Viver e Marcos Antonio.

Os acessos para as obras se serão através da BR-101 e pelas ruas e avenidas listadas a seguir, que serão totalmente recuperadas e repavimentadas após o encerramento dos trabalhos:

• Rua João Pessoa;

• Rua Cônego Rodolfo Machado

• Rua João Born;

• Rua Marechal Deodoro;

• Rua Major Livramento;

• Rua Sete de Setembro;

• Rua Bento dos Santos;

• Avenida Marcondes de Matos;

• Rua Valentim Vieira (marginal da BR-101);

• Avenida Hipólito Henrique Pfleger (marginal da BR-101);

• Rua Berto da Cunha;

• Rua Patrício Antônio Teixeira;

• Rua José Rodolfo Coelho.

Um grande público prestigiou a assinatura da ordem de serviço, inclusive diversas autoridades como o Secretário Nacional de Saneamento, Leodegar Tiscoski, e sua Esposa, Beth Tiscoski, o Secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Paulo Roberto Bornhausen, o Diretor Presidente da empresa Sulcatarinese, José Carlos Portela, o Superintendente do DNIT, João José dos Santos, o Superintendente Regional da Caixa Econômica Federal, Roberto Carlos Ceratto, os Deputados Federais, Jorginho Mello e Esperidião Amin Helou Filho, os Deputados Estaduais, Valmir Comin e Joarez Ponticelli, diversos Secretários da PMB, o Presidente da Câmara Municipal de Vereadores, Luiz Roberto Feubak e os vereadores José Braz da Silveira, Lédio Gerhardt, Manoel Airton Pereira, Manoel José de Andrade, Salete Cardoso e Vilson Norberto Alves, e o Presidente da Associação Empresarial e Cultural de Biguaçu, Valério Silva.

Moradores apostam na obra

O proprietário do bar e restaurante Bangalô Beer, Antenor Júlio de Souza Filho, morador do Bairro Jardim Carandaí há 18 anos, afirmou que a macrodrenagem trará progresso, desenvolvimento e diversos benefícios para Biguaçu. “O Castelo foi um cara que buscou e realizou o sonho de todos os moradores do Jardim Carandaí” completa.

Rita Terezinha Cardoso e Terezinha Fernandes Cerqueira, moradoras do Bairro Carandaí há mais de 23 anos, sofreram muito com as enchentes que assolaram o município e hoje comemoram o início das obras da macrodrenagem. “Sem problemas com enchentes, nosso bairro será valorizado.” As moradoras ainda afirmam estar satisfeitas com a atual gestão, principalmente por estarem realizando diversas obras em prol de Biguaçu.

 

O morador Silvio Laurentino do Bairro Centro e o morador do Bairro Vendaval, Altair Zimmermann, disseram que esta obra vai ajudar toda a população. “Esta obra nos traz esperança e dignidade”.

 

 

Já a moradora do Bairro Fundos, Sandra Oechsler, acompanhada por seu filho Gabriel, garantiu que a população já passou muito trabalho com as cheias e que estas melhorias ajudarão muito. “Agradeço o Prefeito Castelo e o Vice-Prefeito Ramon por estarem fazendo nosso município crescer”.


Macrodrenagem em Biguaçu

12/janeiro/2012

Reproduzo a seguir, com orgulho, matéria lida no site da Prefeitura Municipal de Biguaçu. A fonte primária está devidamente citada no final deste post.

Para ler no site da Prefeitura Municipal de  Biguaçu, cliquem aqui !

Uma nova Biguaçu começa a ser construída hoje

Publicado em 11 de janeiro de 2012 por Secom

Castelo inicia as obras de Macrodrenagem

 

A noite desta quarta-feira, 11/01/2012, marca o início de um novo tempo e de uma vida melhor para quem vive em Biguaçu. Às 18h30m, no Jardim Carandaí, o Prefeito José Castelo Deschamps assina a ordem de serviço para o início das obras do Sistema de Macrodrenagem Urbana, um complexo de inúmeras obras e intervenções que pretendem amenizar os riscos de enchentes e inundações na cidade através da construção e ampliação da rede de drenagem das águas da chuva, retificação e canalização de riachos e córregos, ampliação e construção de novas galerias de escoamento.

Cidade já viveu vários dramas com as enchentes

O município de Biguaçu há muitos anos enfrenta problemas decorrentes de cheias, com grande frequência. Chuvas de média intensidade são suficientes para causar transtornos e prejuízos à população urbana. Ao longo de décadas o município enfrentou tais problemas com muito sacrifício, se refazendo das inundações e recuperando suas perdas.

Todavia, com o crescimento populacional advém a ocupação e com o aumento de ruas pavimentadas ocorre a impermeabilização do solo com conseqüente aumento da vazão de escoamento superficial, chegando hoje a situações de extremo desconforto e risco, tanto físico quanto à saúde pública.

Passado de enchentes marcou o município

A fúria das águas tem sido terrível ao longo dos anos, manifestando-se na forma de enchentes devastadoras. Ocorreram grandes inundações em 1927, 1932, 1937, 1957 e 1972. Mais recentemente, foram registradas enchentes em níveis de calamidade pública em agosto de 1984, novembro de 1991 e dezembro de 1995, além de alagamentos pontuais com frequência anual.

Em face desta situação, mesmo antes de ser empossado, ainda em 2008, o Prefeito Castelo iniciou uma peregrinação junto ao Governo Federal, tentando conseguir os recursos financeiros necessários para enfrentar a problemática das freqüentes cheias, tendo obtido êxito, com o apoio do Secretario Nacional de Saneamento Ambiental, Leodegar Tiscoski, junto ao Ministério das Cidades, através da Caixa Econômica Federal, que destinou em torno de R$ 35 milhões para a cidade concretizar a sua velha aspiração de ver-se livre das enchentes.

Castelo inicia agora um conjunto de obras para a solução do que hoje se constitui em angústia e medo, para os moradores do município de Biguaçu. “Trabalho desde criança na construção civil e minhas obras sempre primaram pela excelente qualidade. Entendo que os alicerces de uma casa ou de um prédio são a base de uma construção sólida, segura e confortável. As obras da Macrodrenagem representam para Biguaçu um sólido alicerce que permitirá a construção de uma nova cidade mais moderna, mais segura para se viver e ambientalmente preservada”, resume o Prefeito Castelo.

Conhecendo detalhes do projeto

 

O projeto do Sistema de Macrodrenagem Urbana de Biguaçu visa apresentar solução para minimizar as frequentes inundações, principalmente na área urbana na cidade. Prevê a execução de galerias fechadas e abertas em diversos bairros da cidade (descritos nas páginas seguintes), com a finalidade de canalizar os escoamentos das águas pluviais lançando-as sem obstruções ou obstáculos naturais ao seu destino final que é o Rio Biguaçu e a Praia João Rosa.

Para a elaboração dos projetos foram realizados estudos hidrológicos para a obtenção das vazões, levando em conta o tempo de recorrência dos índices e precipitações dos últimos 25 anos.

Os principais motivos que justificam a execução do projeto de Macrodrenagem são:

• Inundações periódicas com elevados riscos à integridade física e patrimonial dos cidadãos; • Danos constantes a prédios residenciais e públicos; • Danos constantes aos bens públicos como ruas, avenidas, praças e obras de engenharia; • Preservação dos bens ambientais evitando deslizamentos e contaminação de rios e córregos; • Transbordamento periódico de rios e canais, causando uma série de transtornos e prejuízos à população.

Obra pronta em dois anos

O tempo estimado para a conclusão da obra é de dois anos, período em que existirão inevitáveis transtornos para os moradores das áreas atingidas.

No entanto, a população será orientada a entender que os benefícios serão permanentes, tornando Biguaçu um lugar bem melhor para se viver, investir e trabalhar.

Paralelamente às obras haverá uma série de atividades educativas e de sensibilização sócio-ambiental junto aos moradores, escolas e servidores municipais, incluindo a Semana do Meio Ambiente, Mostra de Vídeos, Cursos de Capacitação na área ambiental, Seminários de Valorização da Água, entre outras ações.

O mascote Biguá

Para levar às comunidades as informações sobre o andamento das obras foi criado um personagem inspirado na ave símbolo do município, o Biguá.

Com forte apelo institucional, o boneco com dois metros de altura percorrerá as escolas do município explicando aos alunos o objetivo das obras e chamando a atenção sobre a importância da preservação dos rios e cursos de água e esclarecendo como a Macrodrenagem irá ajudar ainda mais a população.

A cidade vai virar um canteiro de obras

As obras atingirão os bairros Vendaval, Boa Vista, Universitário, Centro, Praia João Rosa, Rio Caveiras, Fundos, Jardim Janaina, Bom Viver e Marcos Antonio.

Os acessos para as obras se darão através da BR-101 e pelas ruas e avenidas listadas a seguir, que serão totalmente recuperadas e repavimentadas após o encerramento dos trabalhos:

• Rua João Pessoa; • Rua Cônego Rodolfo Machado; • Rua João Born; • Rua Marechal Deodoro; • Rua Major Livramento; • Rua Sete de Setembro; • Rua Bento dos Santos; • Avenida Marcondes de Matos; • Rua Valentim Vieira (marginal da BR-101); • Avenida Hipólito Henrique Pfleger (marginal da BR-101); • Rua Berto da Cunha; • Rua Patrício Antônio Teixeira; • Rua José Rodolfo Coelho.

“Em dois anos teremos uma nova cidade”, garante o Presidente da Sulcatarinense

O Diretor Presidente da empresa vencedora da licitação e responsável pelas obras, a biguaçuense “Sulcatarinense”, José Carlos Portela, disse que a sua empresa atua há 29 anos em Biguaçu e que sempre se orgulhou das suas origens.

Garantiu que a sua empresa tem plenas condições de concluir todos os trabalhos dentro do prazo de 24 meses e disse estar muito satisfeito com a possibilidade de contribuir para que a população tenha maior tranquilidade e segurança contra os efeitos das enchentes e dos alagamentos.

“Castelo teve a visão própria dos grandes líderes”, afirma Secretário do Planejamento

O Secretário Municipal de Planejamento e Gestão, Antônio Felipe Asmuz Pereira, responsável pela elaboração e acompanhamento de todo o projeto, falou sobre o esforço do Prefeito Castelo e da sua equipe de governo que vem trabalhando nesse projeto desde 2008.

“No dia 30 de dezembro de 2008, quando ainda nem tinha sido empossado e todos se encontravam em festejos de final de ano, Castelo peregrinava pelos gabinetes oficiais, em Brasília, garimpando recursos federais do PAC para as obras estruturantes que Biguaçu tanto necessitava, o que conseguiu graças a sua capacidade de trabalho e credibilidade. Hoje Castelo está transformando Biguaçu numa cidade ótima para se viver e excelente para se investir”, finalizou Asmuz.

A metodologia empregada

O projeto levou em conta as características físicas e geográficas, relacionadas com as situações já existentes, principalmente no que tange às áreas urbanizadas e sistema viário.

O município de Biguaçu apresenta aspecto bem específico. Tem encosta a Oeste com acentuado declive, uma área urbanizada com declive muito baixo e influência direta do lençol freático, pois se constitui em área litorânea. Além disto, sofre enorme prejuízo, quando de precipitações intensas, em virtude da construção da rodovia BR-101 que corta sua área urbana e cujas travessias responsáveis por dar escoamento rápido às águas de chuvas, em grande número, se apresentam insuficientes para permitirem vazões maiores, criando verdadeiros diques e inundando as áreas ao seu redor.

Os estudos do projeto buscaram informações sobre as inundações ocorridas ao longo de vários anos. Com esses dados foi definido um tempo de recorrência suficiente para desenvolver um projeto com bom grau de certeza de sucesso, já que passou-se a conhecer, não somente a história das inundações e respectivas cotas de cheias, mas, sobretudo, quais delas causaram maiores transtornos aos moradores do município além dos danos materiais decorrentes.

Foram consideradas as tendências urbanas do município e quais os projetos que Biguaçu tem como horizonte. Tais informações levaram os engenheiros a adotar, para o dimensionamento dos condutos, um tempo de recorrência que resultassem em estruturas hidráulicas compatíveis com o porte e com o aporte de recursos disponibilizado.

O projeto prevê a implantação de canais abertos com revestimento em gabiões e galerias em concreto armado projetadas com observância às normas de dimensionamento tanto hidráulico quanto estrutural. Assim, o sistema proposto se constituirá de:

• Canais aberto – com revestimento em gabiões; • Galerias retangulares em concreto armado; • Travessias em galerias circulares em chapa metálica com diâmetro de 1,20m a 2,20m.

Obras começam em toda a cidade

As obras serão executadas de forma simultânea em quatro frentes distintas, definidas como Bacias A, B, C e D, conforme os quadros a seguir. Veja quais serão as ruas afetadas e qual o tipo de obra que cada uma delas irá receber.

Castelo: “Os transtornos serão passageiros, mas os benefícios serão para sempre”

JBF: Prefeito qual a importância das obras da Macrodrenagem para Biguaçu? Castelo: Além de ser um grande projeto de engenharia, tem uma grande importância social e econômica. Social porque estamos atendendo um aspiração histórica da população de Biguaçu, que sempre sofreu muito com enchentes e alagamentos. De outro lado, há o ganho econômico, uma vez que a cada cheia as despesas públicas e privadas com reconstrução sempre geraram grandes prejuízos. JBF: A partir desta obra que outros investimentos seu governo está prevendo? Castelo: A macrodrenagem vem de recurso do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento – do Governo Federal, através do Ministério das Cidades. Nós temos de investir cada vez mais em obras que tornem Biguaçu um município organizado, com qualidade de vida e atrativo para empresários geradores de empregos. Estamos, agora, elaborando o projeto executivo do desassoreamento e construção dos molhes da Foz do Rio Biguaçu. Em breve estaremos acompanhando a assinatura do Projeto de Saneamento Básico para Biguaçu, um investimento de R$ 37,3 milhões, através da Casan e Ministério das Cidades. Estamos trabalhando para termos um município com saúde, saneamento, sem grande risco de enchentes e que seja atrativo para as empresas. JBF: Qual sua mensagem ao povo de Biguaçu em relação às obras de Macrodrenagem? Castelo: Eu quero agradecer a compreensão e o apoio da população a este projeto. Foram três anos de muito trabalho junto ao Ministério das Cidades e à Caixa Econômica Federal, todos empenhados num projeto que atenda aos desafios que enfrentamos. Sou muito grato a todos os que estiveram conosco nesta luta e agora vamos começar as obras. Peço à população colaboração e apoio à empresa que realizará a obra, pois ela é de grande impacto e causará alguns transtornos passageiros, mas os benefícios serão para sempre.

Fique por dentro!

Macrodrenagem no município de Biguaçu

Projeto: Secretaria de Planejamento e Gestão (SEPLAN) com consultoria da Otrebor Engenharia Execução: Sulcatarinense (empresa vencedora do processo licitatório nº 134/2011) O que será feito: implantação de galerias de águas pluviais e canais de drenagem urbana Objetivo: reduzir os transtornos causados pelas chuvas no município Valor total da obra: R$ 35.451.723,53 Geração de emprego: no pico da obra (agosto de 2012) serão contratados cerca de 250 operários Locais atingidos: As obras acontecerão nas áreas mais urbanizadas do município, passando pelos bairros Vendaval, Boa Vista, Universitário, Centro, Praia João Rosa, Rio Caveiras, Fundos, Jardim Janaina, Bom Viver e Marcos Antonio.

Fonte: Jornal Biguaçu em Foco. Edição de 11/01/2012.