Eleitos os novos componentes do Conselho Municipal de Saúde de Biguaçu

11/setembro/2015

 

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Foto de Carolina Rech

A chapa única foi eleita por aclamação pelos presentes e tem a seguinte composição:

Presidente: Ivete Ertal

Vice-Presidente: João Vianei

Representantes do Governo: Anni Gomes Silva (Secretaria de Assistência Social), Nacet Tomaz de Sousa (Secretaria de Saúde), Josiane Aparecida Vieira e Gabriela Dawillt (Secretaria de Educação);

Representantes dos prestadores de serviço: Raquel Cúrcio (ISEV), Vanessa Amaral (Laboratório Continente);

Representantes dos Profissionais de Saúde: Lays Mayer (Profissional de Saúde), Mariana Ester B. Costa (administração da Secretaria de Saúde), Darci Weber e Maria da Conceição – Agentes Comunitários de Saúde;

Representantes dos usuários: Iria Buss Roveda (Ação Social), Rita Rosane Tonial e Vani Calcmam (Doentes Crônicos), Leonídio Zimmermann (Sindicato dos Trabalhadores Rurais), Elsa dos Santos Galliani (Vicentinos), Elias Tadeu de Lima, Lindamira Rodrigues e Ianizi Bastos da Silva (Associações de Moradores) e Charles Silva, Murilo Azevedo, Thiago Alves e Angelita Machado (Usuários).

Parabéns à nova Diretoria e votos de sucesso em sua nobre tarefa.


Operação tapa-buracos na Rua 13 de Maio

19/agosto/2015

A Prefeitura de Biguaçu, através da Secretaria de Obras e Infraestrutura realizou no início do mês a “Operação Tapa-Buracos” em toda a extensão da Rua 13 de Maio no Bairro Prado.

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Estava prevista inicialmente a aplicação de aproximadamente 70 (setenta) toneladas de asfalto na operação .
Seguindo o Secretário de Obras, Fernando Duarte, o alto tráfego de veículos pesados associado ao volume de chuvas ocorrido no mês de julho, danificou bastante o pavimento daquela via.

“Não podemos deixar os motoristas expostos a risco de acidentes devido a buracos na pista .Estamos trabalhando em ritmo acelerado e contamos com a compreensão dos motoristas com os pequenos transtornos no trânsito local” informa o Secretário Fernando Duarte.

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Chama a atenção o rápido processo de deterioração daquela via exigindo intervenções bem maiores. Seguidos caminhões de alta tonelagem (não mais de 25 ton., e sim veículos de até 40 ton.) transportam material de aterro, causando danos que exigem reparos de trechos inteiros da via.

DSCF7809A previsão inicial  foi ultrapassada, chegando a 90 ton. de asfalto.
Segundo  Fernando Duarte, o bom tempo colaborou e todos os reparos previstos para aquela importante via, principal ligação com o interior do Município foram realizados. O prefeito Ramon Wollinger, que estava preocupado com o estado do pavimento declarou que “mais uma ação que traz segurança aos munícipes nos dá certeza de que estamos cumprindo com o compromisso assumido”.


Mobilidade na Grande Florianópolis–PLAMUS

16/abril/2014

 

PLAMUS inicia pesquisa domiciliar na região da Grande Florianópolis

Pesquisadores irão percorrer 13 municípios e conversar com moradores para conhecer hábitos de mobilidade da população

No próximo dia 16 de abril, o PLAMUS – Plano de Mobilidade Urbana Sustentável da Grande Florianópolis dará início à etapa das Pesquisas Domiciliares de Origem/Destino. Para preparar os moradores que receberão pesquisadores em suas residências, foram enviadas 30 mil cartas pelo correio, cada uma com um código de identificação diferente para garantir a segurança e a identificação dos agentes durante a visita.

O coordenador técnico do PLAMUS, Paulo Sérgio Custódio, destaca o envolvimento da população como o elemento-chave para o sucesso dos estudos. “Os pesquisadores vão bater à porta dos moradores da Grande Florianópolis para saber quais são suas reais necessidades em termos de mobilidade e estas respostas vão determinar a direção que se dará em termos de planejamento urbano para a região. Então, a colaboração da população é da maior importância”, destaca.

O treinamento da equipe de pesquisadores foi ministrado pela coordenadora das pesquisas de campo do PLAMUS, Vânia Bícego, e incluiu lições sobre o uso do equipamento e seus respectivos aplicativos, além da abordagem ao morador. “As perguntas são simples e de rápida aplicação, e envolvem apenas informações sobre transportes e mobilidade. Saber como foi o dia anterior de cada membro da família, de que modo se deslocaram entre um trecho e outro e o custo destes trajetos estão entre as perguntas aplicadas nas pesquisas domiciliares”, diz Vânia. Os pesquisadores seguirão colhendo informações até a primeira quinzena de junho.

Pesquisas de tráfego e de transporte coletivo

Além das pesquisas domiciliares, foram retomadas também no último dia 9 de abril as pesquisas de tráfego e transporte coletivo. A primeira fase dessas pesquisas ocorreu entre janeiro e março deste ano, consistindo na coleta de dados sobre transportes nas principais praias da região metropolitana em período de veraneio. Tais pesquisas agora são aprofundadas para o período fora de férias, com contagens de fluxos de veículos, verificação de frequência e ocupação nas linhas do transporte coletivo.

Canais de participação

Estão disponíveis na Internet alguns canais de participação e interatividade. Além das oficinas de participação social, das Redes Sociais e do canal 0800, o PLAMUS também irá inaugurar nos próximos dias outros canais como a seção PARTICIPE, disponível no site do projeto. Nela, os moradores da Grande Florianópolis poderão participar das pesquisas de campo e assim colaborar com o planejamento urbano da região, apontando os principais problemas de mobilidade em seu município e sugerindo suas soluções.

Sobre o PLAMUS

O PLAMUS – Plano de Mobilidade Urbana Sustentável da Grande Florianópolis está sendo elaborado em diversas etapas. A primeira, concluída em março de 2014, consistiu em pesquisas de campo para coletar dados sobre o transporte durante a alta temporada, entre janeiro e março. Em abril, teve início uma nova etapa, com pesquisas de campo em período fora de férias e com o lançamento das oficinas participativas. As primeiras foram realizadas em São José e Florianópolis. Estão previstas, ainda, oficinas em Biguaçu – no próximo dia 25 de abril, sexta-feira, somente para técnicos e gestores municipais, e no dia 26, sábado, aberta para a sociedade civil. Em maio, serão realizadas outras oficinas participativas em Florianópolis e Palhoça. Todas as informações coletadas serão sistematizadas para apoiarem o processo de planejamento. O estudo contendo as propostas sustentáveis de solução para a mobilidade urbana da região metropolitana de Florianópolis tem previsão de ser finalizado em janeiro de 2015, com a apresentação à população dos resultados das pesquisas. 

Mais informações: www.plamus.com.br

Assessoria de Imprensa: Amanda Santos

Telefone: 48 3233 6415

E-mail: jornalismo@zapta.com.br


Seminário SincroBUS promovido pela UFSC

3/abril/2014

Representando a Prefeitura Municipal de Biguaçu, Gê Ronconi – Superintendente de Projetos, a Arquiteta e Urbanista Luana Montero e o Diretor de Trânsito Carlos Rech participaram hoje do Seminário SincroBUS, promovido pela Universidade Federal de Santa Catarina, nas dependências da FIESC.

Palestrantes brasileiros e estrangeiros discorreram sobre Sistema de Informação e Controle em Tempo Real de Ônibus Urbanos.

(Teste de postagem com app Android utilizando tablet Samsug Galaxy Note 10.1)


ESTACIONAMENTO CONTROLADO (ZONA AZUL) NA GRANDE FLORIANÓPOLIS

24/outubro/2013

Matéria da jornalista Alessandra Oliveira publicada no jornal Notícias do Dia de 21/10/2013.
Para ler na fonte clique aqui.

Depois de descrever a situação em São José, a reportagem fala sobre Biguaçu:

“Em Biguaçu, motoristas contam com parquímetro

Desde março de 2012 os motoristas de Biguaçu contam com a Área Azul, nome dado ao sistema de estacionamento pago. Segundo o diretor de Trânsito de Biguaçu, Carlos Henrique Reck, antes da implantação da Área Azul os motoristas deixavam os veículos no Centro e seguiam de ônibus para outras cidades para trabalhar. “A deficiência do transporte coletivo nos bairros causava transtornos na área central”, disse.

Os usuários tiveram um mês de gratuidade e orientação para usar os parquímetros. Embora o edital previsse a cobrança no valor de R$ 1,50 nos primeiros sete meses, a vencedora da concorrência pública cobrou R$ 1 até dezembro de 2012. Reck estuda a expansão do sistema para bairros como Jardim Janaína, Praia João Rosa e Cachoeira, devido ao crescimento do comércio nestes locais.

O presidente da CDL de Biguaçu, Marco Aurélio Dias, afirma que a melhoria no trânsito da área central melhorou 70% desde a implantação do sistema. “Os comerciantes tiveram receio no começo. Agora eles vendem os cartões no estabelecimento e entendem que quem se presta a pagar é porque realmente tem interesse em comprar uma mercadoria ou contratar um serviço “, salientou.”

A matéria encerra falando sobre a situação em Palhoça.


Castelo começou a caminhada para a reeleição

2/julho/2012

 

DSCF3131 Com o início da caminhada do Castelo para a reeleição, utilizando o slogan “BIGUAÇU NÃO PODE PARAR”, em convenção na sede do Clube 17 de Maio, acabou a folga do Blog do Ike.

O foco do blog deixa de ser os fatos políticos de Florianópolis e região Metropolitana para dar maior ênfase a Biguaçu.Como sempre, priorizando os fatos em detrimento da versões pessimistas e trágicas dos adversários do Castelo que se acham donos da afinidade e sintonia com o povo e lançadores de todas as ideias que Castelo executa brilhantemente.DSCF3110

As ideias, na verdade, são apenas as melhores soluções para as demandas do povo, seja na educação, na saúde, na mobilidade e agora na segurança. E o Castelo é dono sim, da solução dos problemas.

Estamos de volta com a garra e sinceridade de sempre.


Entrevista do Prof.Norberto Rech ao DC de 03/04/2012

3/abril/2012

Abaixo transcrevo entrevista concedida pelo Porf. Norberto Rech ao DC de hoje:

“ Em entrevista, Norberto Rech, professor da UFSC, nega proximidade com bicheiro Carlinhos Cachoeira.

Ele teria sido citado em conversas entre o bicheiro preso e o senador Demóstenes Torres.

Imagem: Kelly Matos

kelly.matos@gruporbs.com.br

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Professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) desde 1985, o catarinense Norberto Rech diz ter sido surpreendido ao ver seu nome citado em uma conversa telefônica entre o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) e o bicheiro Carlinhos Cachoeira.
Em um dos diálogos gravados pela Polícia Federal (PF), com autorização do Poder Judiciário, Cachoeira pede ajuda ao senador demista para resolver alguns problemas na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e se refere ao “negócio daquele rapaz do Enio que trabalha na Anvisa,o tal do Rech”.
O professor garante que não conhece Cachoeira – que está preso no presídio de segurança máxima de Mossoró, no Rio Grande do Norte – e admite ter recebido Demóstenes para uma reunião em 2011.
Mas ele nega qualquer tipo de favorecimento ao laboratório Vitapan, ligado a Cachoeira. Rech conversou ontem com a reportagem, por telefone. Confira a entrevista.
Diário Catarinense – Qual é a sua relação com Cachoeira?
Norberto Rech – Não tenho absolutamente nenhum contato com Carlinhos Cachoeira. Nunca tive contato com ele, em hipótese nenhuma. Meu nome foi citado naquela conversa à minha revelia.
DC – O senhor conhece o senador Demóstenes Torres?
Rech – A única oportunidade em que estive com o senador Demóstenes foi durante uma audiência solicitada pelo senador na Anvisa em 9 de fevereiro de 2011, para tratar de uma empresa chamada Vitapan, de Goiás. Eu o recebi na Anvisa para uma audiência formal. Estavam presentes além do senador, representantes da Anvisa e da empresa. O atendimento foi de acordo com as regras, registrado em ata, não houve nenhum tipo de irregularidade.
DC – Como foi esse encontro?
Rech –
A empresa buscava informações sobre a renovação de registro de medicamentos, processos que estavam em andamento. Eles pediram dados. Não cedemos a informação naquele momento. Basicamente, nossa conversa girou em torno disso. Não houve nada de anormal. Nem sabia quem era o dono da empresa. Fiquei sabendo pela imprensa, no sábado, que teria ligação com o Cachoeira.
DC – Vocês trataram sobre a instalação de um laboratório da empresa em Santa Catarina?
Rech –
Os diretores mencionaram que a empresa tinha interesse em instalar uma planta em Santa Catarina. Para nós, não havia nada de anormal. A Anvisa tem buscado apoiar iniciativas de expansão, se o projeto for interessante, se contribuir para o desenvolvimento nacional cabe à Anvisa auxiliar no processo de discussão e na estratégia de implantação, sob o ponto de vista regulatório e sanitário. É uma interação positiva ao desenvolvimento do país. Mas sempre resguardada a responsabilidade formal da Anvisa.
DC – Houve algum tipo de favorecimento para esta empresa?
Rech –
Nunca. Eu não estava tratando com a empresa do “fulano”. Da nossa parte, não havia problema. Daí a imaginar que essa fábrica atenderia a meus interesses particulares é um absurdo.
DC – Você conhece Ênio Branco?
Rech –
Eu conheço o doutor Ênio Branco (secretário de Comunicação de Santa Catarina), mas não mantenho qualquer relação com ele. Conheço-o como participante da estrutura do governo do Estado, mas não trabalhamos juntos. Nunca tratei absolutamente nada sobre esses assuntos com ele.
DC – O seu cargo na Anvisa é fruto de indicação política?
Rech –
Eu sou professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) desde 1985, mas fui cedido para o governo em 2003. Neste ano, fui para o Ministério da Saúde, em Brasília, onde permaneci até 2005, quando fui para a Anvisa. A indicação foi do ex-ministro Humberto Costa (gestão 2003/2005), não teve vinculação com o PC do B, partido ao qual sou filiado.

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