Na sessão de 27/01/2009 da Câmara Municipal de Biguaçu, foram aprovadas todas as matérias enviadas pelo Executivo Municipal. O Presidente da casa, Luiz Roberto Feubak – que todos conhecem como Luizão - conduziu os trabalhos com firmeza e tranquilidade, nem parecendo ser um estreante que em seu primeiro mandato já preside o Poder Legislativo Municipal.
Foi a mais longa sessão dos últimos seis meses devido ao volume de matérias votadas e importância dos temas apresentados.
A ARBIG, projeto polêmico do ex-prefeito e atual vereador Tuta, que já tinha contestação judicial, foi definitivamente sepultada através da revogação da lei que a originou. Lei esta que foi encaminhada à Câmara na legislatura passada e votada em menos de 48 horas em sessão marcada por polêmica e protestos.
Os vereadores aprovaram também a reforma que permitirá ao Prefeito Castelo com a sua equipe de trabalho completa e dentro de padrões administrativos modernos, coerentes e sem os desvios de função do governo passado, pisar fundo no acelerador mostrando a que veio.
O ex-prefeito Tuta começa agora a ouvir críticas à sua administração publicamente e demonstra sentir-se desconfortável com a novidade.
Destaque para as manifestações da Vereadora Salete e dos vereadores Ademir, Vilson e Marconi, todos firmes e incisivos na réplica às criticas de Tuta aos projetos apresentados e que foram aprovados com folgada maioria.
A constatação de que a atual administração municipal responde prontamente aos pedidos de explicações enviados pelos vereadores, fato que não ocorria na administração anterior foi citado pela Vereadora Salete e pelo Vereador Ademir. “Foram oito anos sem respostas a nossas solicitações”, afirmaram.
Depois de (merecidas ?) férias, este blog volta à atividade, agora com um novo foco: a administração municipal de Biguaçu – suas ações, a repercussão das mesmas, as demandas da população e os problemas encontrados.
Como sempre os comentários são livres, mas mediados, filtrando manifestações preconceituosas, que possam ferir a dignidade de pessoas citadas, denúncias sem comprovação e ataques pessoais (a boa e educada bronca, é claro, está liberada).