Dríade no Informe Político do Roberto Azevedo – Diário Catarinense 8211 de 01/10/2008

1/Outubro/2008

 

Dríade

Uma nota de repúdio conjunta dos ex-prefeitos de Biguaçu Arlindo Corrêa e Sadi Peixoto, e dos filhos dos ex-prefeitos já falecidos João Brasil de Azevedo e Paulo Wildner, reclama da divulgação de um trecho de decisão da juíza Marjôrie Cristina da Silva incluindo "um ex-prefeito" da cidade, sem dizer exatamente quem, entre os envolvidos na Operação Dríade da Polícia Federal.
O objetivo é evitar que a dúvida lançada em relação à identidade do acusado continue "respingando" em todos os ex-administradores municipais. Pedem para que seja dado o nome ao verdadeiro e suposto envolvido.

Para acessar, clique aqui.


EFEITO DA OBRA DO JAIR GANCHEIRO

1/Outubro/2008

Como qualquer pessoa que raciocine previa, obra do excelentíssimo Sr. Secretário Municipal de Transporte e Trânsito causa acidente e prejuízo ao povo de Biguaçu.

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E foram necessários dois acidentes no mesmo local, um com motociclista e outro com o veículo que aparece na foto abaixo, do JB Foco, publicada na edição de hoje, para que a “obra” (nos dois sentidos – um deles muito usado pelos mais idosos para definir o que bebês fazem nas fraldas) -  para que a Prefeitura a retirasse.

Diz o JB Foco: “Uma obra nunca antes vista…”

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Pois é… Mais uma invenção do brilhante Secretário, que como já citei no post abaixo é também inventor da “meia-lombada”. Esta outra idéia  genial, consta do alerta publicado em 26/08/2008 e que vou reproduzir antes que ocorra acidente mais grave no local. Para acessar a postagem original clique aqui ou leia abaixo:

MEIA LOMBADA – A PERIGOSA INOVAÇÃO NO TRÃNSITO DE BIGUAÇU – Blog do Ike 26/08/2008

O Secretário Jair Gancheiro lançou uma perigosa inovação no trânsito de Biguaçu – a MEIA LOMBADA.

O primeiro exemplar foi instalado no final da Rua Ananias Martendal, onde ela encontra a Rua Vidal Mendes. Ou seria a Rua Getúlio Vargas ? – Como saber, se não temos mapa oficial !

Secretário, as lombadas, que a rigor somente deveriam ser utilizadas onde absolutamente indispensáveis, como proximidades de escolas, atravessam TODAS AS PISTAS de uma via e não apenas  metade delas. Pessoas previdentes sabem que meia via sem lombada é um chamariz para que motoristas/motociclistas irresponsáveis  desviem da lombada trafegando na contra-mão.

Duas vezes neste mês, ao entrar na rua Ananias Martendal, tive que frear bruscamente para não colidir com estes irresponsáveis.

O Secretário parece nunca ter ouvido falar na famosa Lei de Murphy:

Se alguma coisa pode dar errado, dará. E mais, dará errado da pior maneira e de modo que cause o maior dano possível.

Secretário Jair Gancheiro. Espero que acidentes não aconteçam devido sua pouco inteligente invenção (aconselho inclusive a não patenteá-la). Abandone esta idéia pouco prudente   e se for impossível evitar a instalação de  lombadas, faça-o de maneira correta e seguindo as normas do CONTRAN.

Para lhe poupar pesquisa, aí vão algumas informações:

O Código de Trânsito Brasileiro, a Lei 9.503, de 23.09.97, já está velho e até parece que ninguém ainda tomou conhecimento do parágrafo único de seu art. 94, que proíbe “a utilização das ondulações transversais e de sonorizadores como redutores de velocidade, salvo em casos especiais definidos pelo órgão ou entidade competente, nos padrões e critérios estabelecidos pelo CONTRAN”.

A resolução de nº 39 do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), de 21 de maio de 1998, vai além ao considerar que a implantação das ondulações transversais só deve acontecer após estudo de outras alternativas de engenharia de tráfego e quando estas alternativas se mostrarem ineficazes para redução de velocidade e acidentes.

O art. 334 do Código de Trânsito, diz que “As ondulações transversais existentes deverão ser homologadas pelo órgão ou entidade competente (CONTRAN) no prazo de um ano, a partir da publicação deste Código, devendo ser retiradas em caso contrário”. Esse prazo terminou, evidentemente, em setembro de 1.998, ou seja, há quase 10 (dez) anos.

Em tempo: bem melhor que dispender recursos públicos com aquela pintura zebrada dos meio-fios seria  fazê-lo numa séria operação tapa-buracos das ruas de Biguaçu. Existem  depressões na Rua Major Livramento que ali estão há quase três anos. Outros pontos da mesma rua estão afundando junto a uma… lombada.

Até entendo que em período eleitoral aquela pintura fica bonita e é mais comentada que um buraco a menos na rua….

Pois é… A ânsia de mostrar serviço, faz “obra”.